Você já pensou em trabalhar para uma empresa americana, ganhando em dólar, sem sair de casa? Se a resposta for sim, essa live é praticamente obrigatória.
Tive a oportunidade de receber a Nicole Barra, cofundadora da Strider, para uma conversa sobre como profissionais de tecnologia no Brasil podem conquistar vagas remotas em empresas dos Estados Unidos. A Nicole trabalha com recrutamento internacional há 7 anos e entende como poucos o que o mercado americano busca em candidatos da América Latina.
Quem é a Nicole Barra e o que é a Strider?
A Strider é uma plataforma que conecta profissionais da América Latina com empresas dos Estados Unidos. O diferencial? 100% das vagas são remotas. A Nicole cofundou a empresa e, desde então, acompanha de perto o que funciona e o que não funciona na hora de conquistar uma posição no mercado americano.
Na prática, a Strider atua como uma ponte entre o talento técnico que existe no Brasil, na Argentina e em outros países da região, e empresas americanas que buscam profissionais qualificados com custo competitivo.
O que você vai aprender nessa live
Foram mais de uma hora de conversa recheada de insights práticos. Entre os temas abordados:
- O que as empresas americanas realmente procuram em candidatos remotos da América Latina
- Nível de inglês necessário e como se preparar para entrevistas em inglês
- Faixas salariais para posições remotas em tecnologia e dados
- Como se destacar no processo seletivo, desde o currículo até a entrevista técnica
- Erros comuns que eliminam candidatos logo nas primeiras etapas
- O papel do LinkedIn e como otimizar seu perfil para recrutadores internacionais
- A diferença entre trabalhar como contractor e como funcionário
Por que isso importa para quem trabalha com dados
Se você é cientista de dados, engenheiro de machine learning ou trabalha com visão computacional, o mercado americano oferece oportunidades que dificilmente você encontra no Brasil. Não é só uma questão de salário. É acesso a problemas mais complexos, equipes de alto nível e projetos que operam em escala global.
A Nicole trouxe dados concretos sobre o cenário atual de contratação e compartilhou o que ela observa diariamente em centenas de processos seletivos. É o tipo de informação que normalmente você só consegue depois de dezenas de entrevistas fracassadas.
Se você está considerando dar o próximo passo na carreira e olhar para o mercado internacional, essa conversa é um excelente ponto de partida.
Takeaways
- O mercado americano está acessível: com trabalho remoto, não é mais necessário visto ou mudança para conseguir uma posição em empresa dos EUA.
- Inglês é inegociável: não precisa ser perfeito, mas precisa ser funcional para reuniões e comunicação assíncrona.
- Perfil no LinkedIn importa mais do que currículo: recrutadores internacionais buscam ativamente por lá.
- Soft skills pesam tanto quanto habilidades técnicas: comunicação clara, autonomia e proatividade são diferenciais decisivos.
Se você quer se preparar tecnicamente para conseguir uma vaga como cientista de dados, comece pelo portfólio e pelo LinkedIn.


















